
Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026
AP Photo/Markus Schreiber
O bilionário Elon Musk foi considerado culpado por fraudar acionistas do antigo Twitter em 2022, antes de comprar a rede social, informou nesta sexta-feira (20) a Bloomberg.
A decisão foi tomada por um júri federal dos Estados Unidos, que responsabilizou Musk por tentar derrubar o preço das ações da empresa em uma tentativa de renegociar ou desistir da compra.
Em abril de 2022, o Twitter anunciou ter aceitado uma proposta de US$ 44 bilhões, feita por Musk para comprar a plataforma.
No mês seguinte, o empresário acusou a empresa de subnotificar a quantidade de contas falsas ou voltadas para spam, conhecidas como bots.
O Twitter informava que menos de 5% de sua base de usuários era de contas falsas ou de spam. Mas Musk disse que o índice chegava a pelo menos 20% de todas as contas da rede social, o que, segundo ele, diminuiria o valor do negócio.
“Você não pode pagar o mesmo preço por algo que é muito pior do que eles alegaram”, disse Musk na All-In Summit 2022, uma conferência de tecnologia nos Estados Unidos em meio ao embate com a antiga administração da empresa.
Depois de Musk questionar os números oficiais, as ações do Twitter passaram a se desvalorizar. Em apenas um dia, elas caíram quase 11% na bolsa de Nova York.
Musk foi processado por fazer acusações falsas que prejudicaram acionistas. O nível dos danos ainda serão determinados pela Justiça americana, informou a Bloomberg.
À época, o empresário retomou a negociação e concluiu a compra do Twitter em outubro de 2022. Sob seu comando, a plataforma abandonou o antigo símbolo do pássaro azul e passou a se chamar X.
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20 de março de 2026/
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